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Estava presa entre conceitos,
Preconceitos
Normas... leis... a vida enfim.
Certo ou errado?!
Quem pode responder...
Entre o ser e o não ser?!
Fazer ou não fazer,
Ou simplesmente...
deixar acontecer?!
Não podemos deixar
Que as gotas do "viver",
do "sentir" e do "prazer"
se evaporem da nossa vida
sem as tentarmos sorver.
A nossa felicidade
São gotas como o orvalho
Que vão surgindo aos pouquinhos
Encharcando o nosso corpo
De forma bem gradativa
E uma maneira sutil.
Aos poucos saboreadas
Até vivermos o "todo"
Sem termos nada a temer
Assim como uma lagarta
Escondida em seu casulo
Querendo sobreviver
Lutando contra si mesma
Saindo da sua prisão
Revelando sua beleza
Num vôo libertário
e também transcendental
Para o "mundo" conhecer. |