Daniela

Daniela, tu caminhas na corrente de flores,
Fauna e flora,
Num dia de verão/primavera,
A brisa suave
Das árvores sagradas,
Chega enfrente,
Tua voz suave ecoa na montanhas,
Tua cascata de cabelos dourados desenrola brilhando
Sob o sol/luar.

Fecha os teus olhos,
E leva tuas mãos juntas.

Olhando com teus olhos,
Verdes olhos, belos, grandes,
O azul do céu reflete,
Olhando para o rio,
Com seu sorriso de graça,
Fica encantado e não reflete-te,
De covardia com tua beleza.

Tu és tímida e suave como pluma,
Tuas longas vestes brancas,
Esvoaçam com a brisa do vento.

Tua pele clara, como neve no verão
Não derrete nem bronzeia-te,
Lisa como seda.

Teus lábios delicados,
Como pétalas de um cravo silvestre,
Ou duas cerejas vermelhas.

Tuas mãos tocam o espinho de uma rosa
E surpreende-te gritando Um “ai” suave,
De uma pequena menina.

Daniela, tu és...
...Uma jovem sonhadora.

 

      Giovanna Hoffmann Corsetti
      11/12/2003

 

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