Fruto proibido

Como a arvore que provém o fruto,  Proibido...

Nosso amor brotou, secou... Nasceu novamente...

 

Dos ramos vieram os galhos, os cachos e os casos,

Doçura, amargura... Sedução

 

Provou do pecado, sofreu mais que calado,

Julgando inocente,  as “coisas”  da gente – Sem precedente ( malvada serpente )

 

Pena a arvore não ser mais a mesma,

( Judiou da gente ),

 

Ficou pequenina – A Erva Daninha,

Contaminou todo amor.

Murchou minha flor – E o fruto acabou.

 

Que pena...

A amor terminou.
 

 

 

 

 

Antonio Auggusto João

auggusto@terra.com.br

 

 Menu

"Cantinho dos Poetas"