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Como a arvore que provém o fruto, Proibido...
Nosso amor brotou, secou... Nasceu novamente...
Dos ramos vieram os galhos, os cachos e os casos,
Doçura, amargura... Sedução
Provou do pecado, sofreu mais que calado,
Julgando inocente, as “coisas” da gente – Sem precedente ( malvada
serpente )
Pena a arvore não ser mais a mesma,
(
Judiou da gente ),
Ficou pequenina – A Erva Daninha,
Contaminou todo amor.
Murchou minha flor – E o fruto acabou.
Que pena...
A
amor terminou.
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