Estranha previsão,
em teu comportamento,
Prenunciando o que
te vai acontecer,
Como sendo fatal,
certo, exato o momento
Do que terá de
vir, como haverá de ser,
O destino pretraça
os fatos, mas o advento,
O instante, a
forma não deves, pois conhecer,
Nem poderás fugir
a seu forte implemento,
Querendo, achando
que não deve acontecer.
Não há, pois,
fatalismo ou força antecedente,
Que prenuncie o
que vai ter marcado fim,
Terminação fatal
do que inda vai haver.
-Devemos lembrar
que somos da vida agentes,
Co-autores, senão
responsáveis. Assim,
Temos culpa do que
nos vai acontecer